Genética Poética

Genética Poética
A Evolução do Genoma da Família

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Um Silêncio, Uma Canção....


 


Um Silêncio, o parar de um Coração...
Uma Canção, aos Deuses, aos Anjos...
A Você meu irmão, caro João!...
Uma Nova Morada, juntos aos Teus, aos Meus...
Nossos ancestrais... Nossos Pais, Irmãos...
Um Choro, uma Lágrima. E novamente aquela Canção
Leve e suave ao fundo quase imperceptível
Sussurrante, mas sempre elegante
Meio Mágica, mas toda cheia de si, Espiritual...
Querendo falar, neste cantar..., sobre você, sobre nossos Pais...
Eles estavam lá, juntos, reunidos, todos. Os Tios, primos, e principalmente os teus sinceros amigos...
Na tua volta, na tua cabeceira, aos teus pés, lado a lado...
Flutuavam, falavam uns aos outros, contigo, comigo também...
Sobrevoando, naquele imenso jardim, em uma floresta de um verde brilhante, verdejante
Em meio a um azul celeste de paz, e no cair daquela tarde,
Flutuavam sobre aquele riacho incrivelmente belo, suave e transparente...
Incrível, sobrenatural. Não! Simplesmente singelo e fenomenal
E novamente...
Um silêncio, uma Canção, uma Nova Morada, lá está o João, meu Irmão!...



Baltazar Gonzales
Pelotas (RS), 17 de Abril de 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Prece ao Meu Anjo Guardião

Meu Anjo Guardião

Oriente-me a subir sabiamente as escadas
Que minha caminhada (subida), seja eterna!...
Eterna de Paz e Sabedoria
Na Sabedoria do Infinito amanhecer
Num Amanhecer constante de aprendizagem
Com os “espíritos”, que não estão mais neste patamar
Mas num patamar de infinita Bondade
Que Eles me levem a flutuar pela Floresta (em meios a Eucaliptos, Tâmaras...)
Sobrevoando os mares, oceanos, a minha Ilha de Paz
Ilha de infinita beleza!...
Meu Anjo Guardião: guarde minha “alma”, minha “essência”, meus “chakras”.
Se possível, todos os “sete”, em toda sua plenitude cósmica
Faça com que Eu sinta..., viva..., e saboreie a cada “ensinamento”
A cada momento, a cada contato, de suas abençoadas asas
ASAS, de eterna proteção, de infinita sabedoria e PAZ celestial

By Laikos, (Razatlab Selaznog)
Pelotas, 23 de julho de 2010, às 10h03min


sábado, 14 de janeiro de 2012

Descendentes de João Francisco Gonzales

Descendentes de João Francisco Gonzales

João Francisco Gonzales, maio/1949
"O Homem Feliz, não usa camisa"
 
            João Francisco Gonzales & Maria Joaquina de Athaydes, tiveram 13 filhos (10 homens e 3 mulheres), 25 netos (sendo 16 meninas e 9 meninos) e 21 bisnetos (sendo 16 guris e 7 gurias), até a presente data.

Bordas de Estanho - 1949

Primeira Geração - Filhos

Seu primogênito foi batizado com o nome de Victor Hugo, (em homenagem ao grande escritor francês), nascido em 28 de junho de 1940 e falecido em 24 de dezembro do mesmo ano em Pelotas, Rio Grande do Sul.
Sendo seu 2º filho João Francisco, herdando desta forma o nome do pai.
Já o 3ª filho, chama-se Francisco de Paula, em homenagem ao Santo Padroeiro da cidade de Pelotas.
Seu 4º filho chamou-se Sidnei José, mas infelizmente faleceu com sete anos de idade, tendo nascido em 11 de maio de 1944 e falecido em 14 de novembro de 1951.
Seu 5º filho, José Luís, recebeu este nome em homenagem aos seus tios maternos.
Agora o seu 6º filho, foi isto sim, sua 1ª filha, a “Tina”, ou melhor, Maria Leontina, recebendo o nome em homenagem a sua mãe e suas avós, creio, pois sua bisavó paterna chamava-se Maria Luísa e sua bisavó materna Leontina.
Também seu 7º filho, foi na realidade sua 2ª filha, recebendo desta feita o nome em homenagem a todas as Marias da família, chama-se Ana Maria.
Seu 8º filho, o Carlos Alberto, infelizmente nasceu natimorto, em 20 de agosto de 1950, também na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, com os demais irmãos.
Seu 9º filho é o Paulo Roberto.
O 10º filho de casal recebeu o nome de Baltazar Sidnei, em homenagem ao seu avô paterno Balthazar, e creio também ao seu irmão falecido Sidney José.
Seu 11º filho foi a 3ª e última filha do casal, Noemi Luísa, recebendo como de costume seu nome em homenagem a sua avó paterna, Maria Luísa, e de quebra homenageando sua trisavó-paterna-materna-materna Luísa.
Seu 12º filho chama-se Jorge Lauro, recebendo este nome em homenagem ao médico que assistiu ao seu parto.
O último filho do casal o 13º, chama-se Agostinho, em homenagem a Irmãs Agostinianas, Missionárias Religiosas.

arg-001 - Pégasus

Pégasus



Eis que do interior de um vulcão em chamas
Surge a devastar o céu com seu pudor,
A se libertar de laços já lançados
Espantosamente derramando seu fervor,
Flutuando sobre nuvens cristalinas
Tornando-se fazer um Cavalo-Alado,
Transpirando pelos poros, pelas crinas
O suor emocionante do corpo transformado.


Persistente com as forças já alcançadas
Resultante alienado por sua alma,
Beleza universal, vivendo aos sonhos
Inspiração das criaturas sendo amada
Captando o pensamento dos estranhos
Fazendo-se em virtude do poder,
Se tornando como honra Rei dos humanos
Reencarnando na nova era do renascer.



Na noite se realça com as estrelas
Que para seu leito tem a lua clara,
Como se fosse para surpresa da princesa
Transformando em harpa sua bela asa,
No mistério que tem sob seu ser
Recebe a paz para fazer voar,
É o mais lindo dos cavalos sobre o ar
Que de esperança de existir, se faz viver...

by Ana Regina Gonzales FelixPelotas, 1986

Obs.: Publicado no Livreto “Cadernos de Poesia” – Oficina Cooperativa de Poetas – Volume 8, pág. 58, Rio de Janeiro/RS, 1987.

Ana Regina Gonzales Felix, é a 7ª neta de João Francisco Gonzales & Maria Joaquina de Athaydes, 2ª filha de Ana Maria de Athaydes Gonzales e Ronaldo Godinho Felix, mãe de Priscila

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

abg.001 - Minha Turma

Minha Turma


EEB Prof. Henrique Midon (Itajaí, Santa Catarina)

Todas minhas amigas são lindas como a primavera,
Nem me lembre a Turma é uma fera...
Quando os outros escutam um barulho sempre desconfiam...
Saio da minha sala e grito:
- Minha Turma que fez isso!...
Minha Turma é bagunceira, nem me peça pra falar!
Quando olham uma briga, todos querem participar!

by Ana Beatriz González Moreira (9 anos)
28 de Novembro de 2011, Itajaí, Santa Catarina
Obs.: A Poesia “Minha Turma”, foi referente a uma atividade na sala de aula, na EEB Prof. Henrique Midon, aonde todos alunos deveriam escrever um poema, sobre seus colegas de aula.

Ana Beatriz é a 12ª bisneta de João Francisco Gonzales & Maria Joaquina de Athaides, neta de José Luis Gonzáles e Maria Sebastiana de Souza, filha de Aline Luísa de Souza Gonzáles e Marcos Moreira

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

vcg.001 - Porta

Porta





Acordei. Nada fazia sentido. Corredor largo. Chão, teto, paredes. Pedra. Polida. Primitiva. Fria. Senti-me naqueles sonhos de correr parado. Angustiante. Não era sonho. O cheiro dizia isso.

Fraco. Sutil. Presente. Cheiro de tia velha. De terra molhada pela chuva. Essência da morte no entardecer outonal. Perceptível. Desconcertante.

Dadas às opções, segui adiante. Ou retornei. Não havia referencial...

Caminhei. Horas? Dias? Minutos? O cheiro intensificou-se. Cheguei a um salão. Grandioso. Fúnebre. Transbordante de portas. Paredes. Teto. Chão. A rocha quase imperceptível.

Abriria alguma? Não o fiz. Perdi-me na apatia cinza e marrom. Cacei o cheiro como um sabujo. Acolhedor. Encontrei a fonte. Acariciou minhas narinas. Minha vida guiada por sensações primitivas.

Encostei a palma da mão na porta. Madeira antiga. Fria. Áspera. Sólida. A guardiã do desconhecido. Sem maçaneta. Bastava empurrar. Travei.

Na hesitação, o cheiro aumentou. Vagou ao meu redor. Buscou-me.

Seria a porta errada? Fazia diferença? Inspirei. Lento. Profundo. O cheiro nos músculos. Retumbou ao sabor do coração. Inclinei-me robótico. Fechei os olhos. Não respirei.

A porta deslizou no batente. Em uníssono todas abriram. O cheiro sumira. E agora?

 
by V. Athaydes
Domingos, 6 de dezembro de 2009

 
Obs. Vinicius Cunha González, é o 19º Neto de João Francisco Gonzales & Maria Joaquina de Athaydes, e filho de Jorge Lauro de Athaydes González e Roselaine Medina da Cunha

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

fpag.002 - A Resposta, da Busca

A Resposta, da Busca...



O sofrimento da irrealidade do nada,
A consciência efêmera do vazio,
A amplitude do vácuo..., o espaço sideral,
O somatório de todas as inconsciências.

No limiar fronteiriço entre a vida e a morte,
O transpassar da parede invisível do éter.

Tu mamãe, lá estás...
Porém não aqui, no teu espaço físico.

Eu vi a hipocrisia estampada,
As lágrimas caindo!...
E, perguntei-me, até onde, pois para mim, era tudo irreal.

Pensei, pensei, busquei, mas nada encontrei,
Que pudesse ao menos dizer.
É real, estou aqui, o ser vive, o espaço existe.

Deus, te prometo, - Vou buscar,
No infinito de minha compreensão,
Pois, hoje inicia o começo do fim, de quem me gerou.

Na busca, do fundo do meu cérebro,
A resposta que não queria ouvir,
Tu és máquina, tu és máquina.

by Gonzalez, FPA
Bacharel dos Espaços Siderais, Amante da Poesia e Artes Literárias
Obs.: Publicado no Livreto “Cadernos de Poesia” – Oficina Cooperativa de Poetas – Volume 8, Rio de Janeiro