Alma Flutuante!...
Esta alma que flutua, qual um corcel galopante
Saí, constantemente deste corpo terrestre
Para apreciar, a poesia universal, fascinante...
De épocas remotas, vivas, reais, todas campestres!
As vezes ela vai... serena... qual a água de um poço
Outras... qual uma tormenta em alto mar,
Nervosa e tensa, como um tigre-de-bengala a urrar...
Ela também é cordial, alegre e cantante
Como os pássaros e as flores esvoaçantes
A saí... num sussurrante e suave beijo primaveril
Nas noite enluaradas, em sensações febris...
A voar... parando em lugares pré-determinados
Todos povoados por almas também flutuantes
Ávidas de saber, mágicas, universais, eletrizantes
Por encontros-aventureiros, alegres e faceiros
E... as vezes, esta alma que flutua... não quer mais voltar
Ficando a se esconder... deste corpo terrestre, a espiar...
Espiando por detrás do céu do meu pensamento,
Da minha mente, que se anula, no exato momento
Em que a alma flutuante deveria retornar...
Saí, constantemente deste corpo terrestre
Para apreciar, a poesia universal, fascinante...
De épocas remotas, vivas, reais, todas campestres!
As vezes ela vai... serena... qual a água de um poço
Outras... qual uma tormenta em alto mar,
Nervosa e tensa, como um tigre-de-bengala a urrar...
Ela também é cordial, alegre e cantante
Como os pássaros e as flores esvoaçantes
A saí... num sussurrante e suave beijo primaveril
Nas noite enluaradas, em sensações febris...
A voar... parando em lugares pré-determinados
Todos povoados por almas também flutuantes
Ávidas de saber, mágicas, universais, eletrizantes
Por encontros-aventureiros, alegres e faceiros
E... as vezes, esta alma que flutua... não quer mais voltar
Ficando a se esconder... deste corpo terrestre, a espiar...
Espiando por detrás do céu do meu pensamento,
Da minha mente, que se anula, no exato momento
Em que a alma flutuante deveria retornar...
by Baltazar Sidnei de Athaydes Gonzales
Pelotas/RS, 25/08/1986

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