Genética Poética

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A Evolução do Genoma da Família

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

bg.002 - Doce-Mãe!... Maria!...



Doce-Mãe!... Maria!...

Nos meus braços, teu abraço
Teu olhar sublime...
Doce-Mãe!...
De todas as mães “a Maria”
Sorrias, no teu rosto sereno
Leve, como uma pétala rosada.
Linda... Perfumada!
Parecias tão frágil
Mas, trazias no teu semblante
Um majestoso olhar
Doce-Mãe!
Por que fostes embora?...
Atravessamos aquele riacho, calmo
Belo, encantador
Águas mornas, encantadas
Uma paisagem só vistas em sonhos
Haviam pedras, muitas pedras...
Árvores serenas e calmas
Majestosas, lindas e suáveis
Tudo era tão calmo, tão belo...
- O céu, as nuvens, a floresta
- O teu silêncio
- O teu sorriso
- A tua calma de sempre
Estavas serena e bela...
Doce-Mãe!... Maria!...
Por que fostes embora?...
Choro! Em silêncio tua partida
Lágrimas de amor, deste filho
Doce-Mãe!... Maria!...
Que lindo nome tens,
O da mãe de Jesus...
Nos meus braços, atravessamos o riacho
Quantas lembranças...
Quantas alegrias, ficaram na minha mente
Por que fostes embora?..
Doce-Mãe!... Maria!...
Teu olhar, simplesmente belo
Falava-me em silêncio
Os pássaros voando ao teu lado
O beija-flor, que num instante mágico...
Beijou o teu lindo rosto-sereno
Os teus “cardeais”, cantando em alegria
Porque foste embora?...
Doce-Mãe-Maria!...


by Baltazar Sidnei de Athaydes Gonzales
Pelotas (RS), 24 de Agosto de 1994

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